Azulejaste

Em meus devaneios do dia a dia cansada com o ritmo da faculdade, do trampo e de minhas intermináveis pesquisas sobre minha monografia dos ambulantes da Lapa, sento-me na escadaria do Selarón, e vagueio meus pensamentos numa imagem em minha frente duas formas de imagens dentro de um pequeno azulejo criam vultos de imaginação, surge então num balé rodopiante um Homem destemido como toureiro encara bravamente a besta animal e fera, o sonhador e seu algoz e vejo em minha frente à humanidade plena nessa hora de que como todos somos destemidos diante da bravura do cotidiano Toureando a vida a cada instante num gingado que só tiramos de letra porque acreditamos em momentos melhores, alegro-me de ver a tia vendendo seu amendoim no passar lento na escada com seus olhos brilhante de orgulho.  OLÉ!

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